Questão Brasil edição nº. 87

Questão Brasil | Assuntos de Goiás TV

sexta-feira, 24 de março de 2017

Pânico contido no Congresso que articula anistia definitiva ao caixa 2 em reação a lista de Janot – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A elite política da capital já vive clima de contagem regressiva à espera da nova lista de parlamentares a serem investigados na Operação Lava Jato com base nas delações da Odebrecht. 

As especulações sobre o número de políticos desta vez dão conta de mais de uma centena.




A porta aberta no STF com o caso Raupp só complica o panorama: a movimentação faz voltar à tona o esforço de tentar emplacar no Congresso uma anistia do crime de caixa 2 (contribuições não contabilizadas), enquanto deputados e senadores se preocupam agora até com caixa 1. 

Nem quem recebeu recursos apenas pelas vias oficiais se sente a salvo. 
 Leia mais... Congresso articula de novo anistia a caixa 2 em reação a segunda lista de Janot | Brasil | EL PAÍS Brasil

quinta-feira, 23 de março de 2017

Pânico contido no Congresso que articula anistia definitiva ao caixa 2 em reação a lista de Janot – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A elite política da capital já vive clima de contagem regressiva à espera da nova lista de parlamentares a serem investigados na Operação Lava Jato com base nas delações da Odebrecht. 

As especulações sobre o número de políticos desta vez dão conta de mais de uma centena.




A porta aberta no STF com o caso Raupp só complica o panorama: a movimentação faz voltar à tona o esforço de tentar emplacar no Congresso uma anistia do crime de caixa 2 (contribuições não contabilizadas), enquanto deputados e senadores se preocupam agora até com caixa 1. 

Nem quem recebeu recursos apenas pelas vias oficiais se sente a salvo. 
 Leia mais... Congresso articula de novo anistia a caixa 2 em reação a segunda lista de Janot | Brasil | EL PAÍS Brasil

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

quarta-feira, 22 de março de 2017

Pânico contido no Congresso que articula anistia definitiva ao caixa 2 em reação a lista de Janot – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A elite política da capital já vive clima de contagem regressiva à espera da nova lista de parlamentares a serem investigados na Operação Lava Jato com base nas delações da Odebrecht. 

As especulações sobre o número de políticos desta vez dão conta de mais de uma centena.




A porta aberta no STF com o caso Raupp só complica o panorama: a movimentação faz voltar à tona o esforço de tentar emplacar no Congresso uma anistia do crime de caixa 2 (contribuições não contabilizadas), enquanto deputados e senadores se preocupam agora até com caixa 1. 

Nem quem recebeu recursos apenas pelas vias oficiais se sente a salvo. 
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Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

terça-feira, 21 de março de 2017

Pânico contido no Congresso que articula anistia definitiva ao caixa 2 em reação a lista de Janot – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A elite política da capital já vive clima de contagem regressiva à espera da nova lista de parlamentares a serem investigados na Operação Lava Jato com base nas delações da Odebrecht. 

As especulações sobre o número de políticos desta vez dão conta de mais de uma centena.




A porta aberta no STF com o caso Raupp só complica o panorama: a movimentação faz voltar à tona o esforço de tentar emplacar no Congresso uma anistia do crime de caixa 2 (contribuições não contabilizadas), enquanto deputados e senadores se preocupam agora até com caixa 1. 

Nem quem recebeu recursos apenas pelas vias oficiais se sente a salvo. 
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Euro e Copa América, os principais torneios de seleções, serão disputados simultaneamente | Clubes do Brasil

Em 2016 pode considerar o mais produtivo para os jogadores do continente Europeu e Sul Americano, isto do ponto de vista do rendimento físico e os clubes ficaram satisfeitos por ter que liberar suas estrelas no mesmo período que coincide com as férias dos craques. 

Todo mundo parece ter ficado feliz com a decisão anunciada pela Comembol

São os principais torneios continentais de seleções e que agora terão o calendário alinhado para que possam ser disputados paralelamente, como aconteceu em 2016, quando Euro e a Copa América Centenário coincidiram. 


A Conmebol decidiu que a edição de 2019 da Copa América, a ser organizada pelo Brasil, será a última disputada em anos ímpares – a de 2023, que seria no Equador, não será realizada e em 2020 os Estados Unidos voltam a receber mais uma edição da competição. 

 E, daí para a frente, a Copa América será realizada em anos pares com um rodízio de sedes. 
 Leia mais... Conmebol decide fazer Copa América e Euro no mesmo ano a partir de 2020

Fiel da balança Odebrecht destrói Governos no Brasil e acaba com a tranquilidade no meio Político – Politica



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
 Leia mais... Depoimento de Marcelo Odebrecht complica Temer e ministro | Brasil | EL PAÍS Brasil

segunda-feira, 20 de março de 2017

Pânico contido no Congresso que articula anistia definitiva ao caixa 2 em reação a lista de Janot – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A elite política da capital já vive clima de contagem regressiva à espera da nova lista de parlamentares a serem investigados na Operação Lava Jato com base nas delações da Odebrecht. 

As especulações sobre o número de políticos desta vez dão conta de mais de uma centena.




A porta aberta no STF com o caso Raupp só complica o panorama: a movimentação faz voltar à tona o esforço de tentar emplacar no Congresso uma anistia do crime de caixa 2 (contribuições não contabilizadas), enquanto deputados e senadores se preocupam agora até com caixa 1. 

Nem quem recebeu recursos apenas pelas vias oficiais se sente a salvo. 
 Leia mais... Congresso articula de novo anistia a caixa 2 em reação a segunda lista de Janot | Brasil | EL PAÍS Brasil

Marconi declara apoio e voto a Wilder Morais e José Eliton





Em política nada é para sempre, tudo pode mudar da noite para o dia, em Goiás então nem se fala, a base Marconista que já foi sim unida, hoje caminha para o esfacelamento total. A chapa majoritária de 2018 é o ponto fora da curva para os caciques de vários partidos, sendo o grande ponto de interrogação nestes tempos bicudos em que a política parece caminhar na direção de mudanças significativas.

O Senado é o sonho de consumo de dez entre dez políticos da base aliada e os menos cotados deste bloco são Magda Mofatto e Roberto Balestra. O Deputado Federal do PP pode ser aquele com menos chance de concorrer, já que faz parte do mesmo partido do Senador Wilder Morais, o escolhido pelo Governador neste primeiro momento. Uma das grandes questões é se Marconi Perillo vai mesmo tentar se eleger Presidente da República.

O assunto já esteve mais em pauta, as ações do Governador junto ao Consórcio Brasil Central não deixavam até outro dia dúvidas de que o objetivo era viabilizar algo em torno de um projeto nacional. Isso não acabou, mas deu uma certa esfriada no contexto geral, já que o mandatário goiano não sinalizou que vá deixar o PSDB e é pouco provável que os caciques do partido, como José Serra, Geraldo Alkimin ou Aécio Neves, abram espaço para alguém fora do eixo São Paulo-Minas. Em Goiás Marconi Perillo tem um desafio gigantesco, manter a base aliada coesa para não correr riscos de uma eventual derrota na eleição.

O nome preferido de Marconi Perillo para encabeçar a chapa majoritária, José Eliton, não agrega como ele gostaria, mas segue firme como pré-candidato contando e contando com a preferência escancarada do Tucano chefe. Outro gargalo a ser superado pelo Governador de Goiás é a formação desta chapa, José Eliton como candidato a Governador, o vice que ainda segue em aberto, e as escolhas dos nomes que vão compor para disputar o Senado.

Vilmar Rocha do PSD declarou que vai disputar o Senado ou Governo. A Senadora Lúcia Vânia quer a reeleição, é lembrada como candidata ao Governo, mas aposta que as articulações nacionais é que vão dar o tom, assim como Vilmar Rocha para disputar o Palácio das Esmeraldas teria que se opôr ao PSDB, pelo menos no primeiro turno da disputa.

A Senadora pode buscar a reeleição também com benção de Marconi, desde que ele emplaque o seu projeto nacional ou desista de concorrer ao Senado em 2018. Quem já tem o apoio de Marconi Perillo, como José Eliton, é o Senador Wilder Morais, ao menos foi o que garantiu o próprio Marconi, deixando claro que a decisão final será mesmo sua, sugerindo que se Marconi for candidato ao Senado, tanto Vilmar Rocha, Lúcia Vânia e Jovair Arantes podem buscar outros ares fora da base para realizar seus projetos.

O Senador Wilder Morais herdou a cadeira após a cassação de Demóstenes Torres, mostrou ser um exímio articulador, mas nunca foi testado em urna, tornando se uma incógnita eleitoral, mesmo tendo apoio declarado de mais de uma centena de Prefeitos goianos.

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