Questão Brasil edição nº. 87

Questão Brasil | Assuntos de Goiás TV

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Temer diz que saberá “tratar com bandidos” e conduzir o governo | @Reinaldo_Cruz – Setor Pedro Ludovico

 
O presidente interino, Michel Temer, afirmou nesta terça-feira que não hesitará em recuar quando avaliar que cometeu erros e for necessário revê-los.

Sem se referir à recriação do Ministério da Cultura, Temer afirmou, em sua fala de abertura da reunião com os líderes da base aliada, que foi transmitida à imprensa por um telão no Palácio do Planalto, que “quando houver algum equívoco, nós reveremos esse fato”.
 


 Fonte: Temer diz que saberá "tratar com bandidos" e conduzir o governo | Valor Econômico

segunda-feira, 23 de maio de 2016

José Serra sofre ‘ataque’ de bolinhas de papel na embaixada do Brasil na Argentina – Eu digo Sempre | Questão Brasil


Em sua primeira viagem como chanceler, José Serra foi alvo de uma manifestação, na noite deste domingo, em Buenos Aires. 

Por volta das 20h, quando chegava à embaixada do Brasil na capital argentina, o ministro das Relações Exteriores foi recepcionado por 35 manifestantes, sob gritos de “golpista”. 

 O carro em que estava Serra levou uma chuva de bolinhas de papel, cena similar à ocorrida durante a campanha presidencial de 2010, quando o então candidato havia denunciado um “ataque” efetuado pelo mesmo armamento. 

Outros dois veículos completavam o comboio, que atravessou o protesto formado basicamente por jovens, que colaram cartazes na região da embaixada com o rosto de Serra e palavra “procurado” estampada. 

 A agenda do chanceler na Argentina está alinhada com as diretrizes anunciadas por Serra em sua posse, na semana passada. Em seu discurso, o ministro prometeu uma política externa “despartidarizada”. Estão previstos encontros com o ministro da Fazenda da Argentina, Alfonso Prat-Gay, e com o presidente Mauricio Macri. 
 Fonte: José Serra sofre ‘ataque’ de bolinhas de papel na embaixada do Brasil na Argentina

Após vazamento de conversas nada Republicanas, situação de Romero Jucá no governo é insustentável

Furo jornalístico não é, claro que ninguém tinha apresentado um áudio como prova irrefutável de que havia algo estranho no ar, a Democracia que se lixe, o interesses pessoais dos políticos brasileiros estão acima disso, acima do que estabelece a Constituição Federal e muito acima da soberania do voto popular. 
 
A Folha tem seu infinto direito de divulgar ou não fatos como este, tem a credibilidade necessária para embasar as notícias que os grupos de esquerda denunciavam muito antes da votação do processo de Impeachment da Presidente Dilma. 
 Será que algo não agradou após a posse de Temer ou o maior Jornal do país só esta fazendo uso de uma informação em tempos distintos, apenas visando a views e venda de exemplares  que este tipo de "furo" costuma produzir. 
 Apesar da publicação ser inédita na grande imprensa, os blogs sujos e jornalecos já haviam dado enfase a uma certa operação abafa, que teria sido discutida entre PMDB e PSDB em Belo Horizonte, assim que o nome de Aécio Neves apareceu em uma sétima delação vinculada a operação Lava Jato. 
 Semanas antes da votação do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff na Câmara, em março, o atual ministro do Planejamento, 
Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu em conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo resultaria em um pacto para “estancar a sangria” atribuída à Operação Lava-Jato. As informações foram divulgadas pelo jornal “Folha de S. Paulo” na edição desta segunda-feira. 
 SÉRGIO MACHADO - Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima. 
 ROMERO JUCÁ - Eu ontem fui muito claro. [...] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais? 
 MACHADO - Agora, ele acordou a militância do PT. 
 JUCÁ - Sim. 
 MACHADO - Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda. 
JUCÁ - Eu acho que... 
 MACHADO - Tem que ter um impeachment. 
 JUCÁ - Tem que ter impeachment. Não tem saída. 
 MACHADO - E quem segurar, segura. 
 JUCÁ - Foi boa a conversa mas vamos ter outras pela frente. 
 MACHADO - Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar. 
 JUCÁ - Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer. 
MACHADO - Odebrecht vai fazer. 
 JUCÁ - Seletiva, mas vai fazer. 
 MACHADO - Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que... O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.

[...] 
 JUCÁ - Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. [...] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra... Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.

[...] 
 MACHADO - Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer]. 
 JUCÁ - Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra. 
 MACHADO - É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional. 
 JUCÁ - Com o Supremo, com tudo. 
MACHADO - Com tudo, aí parava tudo.
 JUCÁ - É. Delimitava onde está, pronto.

[...] 
 MACHADO - O Renan [Calheiros] é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor pra ele. Ele não compreendeu isso não. 
JUCÁ - Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem.

* ]
MACHADO - A situação é grave. Porque, Romero, eles querem pegar todos os políticos. É que aquele documento que foi dado... 
 JUCÁ - Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura, que não tem a ver com... 
 MACHADO - Isso, e pegar todo mundo. E o PSDB, não sei se caiu a ficha já. 
 JUCÁ - Caiu. Todos eles. Aloysio [Nunes, senador], [o hoje ministro José] Serra, Aécio [Neves, senador]. 
 MACHADO - Caiu a ficha. Tasso [Jereissati] também caiu? 
 JUCÁ - Também. Todo mundo na bandeja para ser comido.

[...] 
 MACHADO - O primeiro a ser comido vai ser o Aécio. 
 JUCÁ - Todos, porra. E vão pegando e vão... 
 MACHADO - [Sussurrando] O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele ser presidente da Câmara? [Mudando de assunto] Amigo, eu preciso da sua inteligência. 
 JUCÁ - Não, veja, eu estou a disposição, você sabe disso. Veja a hora que você quer falar. 
 MACHADO - Porque se a gente não tiver saída... Porque não tem muito tempo. 
 JUCÁ - Não, o tempo é emergencial. 
 MACHADO - É emergencial, então preciso ter uma conversa emergencial com vocês. 
JUCÁ - Vá atrás. Eu acho que a gente não pode juntar todo mundo para conversar, viu? [...] Eu acho que você deve procurar o [ex-senador do PMDB José] Sarney, deve falar com o Renan, depois que você falar com os dois, colhe as coisas todas, e aí vamos falar nós dois do que você achou e o que eles ponderaram pra gente conversar. 
 MACHADO - Acha que não pode ter reunião a três? 
 JUCÁ - Não pode. Isso de ficar juntando para combinar coisa que não tem nada a ver. Os caras já enxergam outra coisa que não é... Depois a gente conversa os três sem você. 
 MACHADO - Eu acho o seguinte: se não houver uma solução a curto prazo, o nosso risco é grande.

 MACHADO - É aquilo que você diz, o Aécio não ganha porra nenhuma... 
 JUCÁ - Não, esquece. Nenhum político desse tradicional ganha eleição, não. 
 MACHADO - O Aécio, rapaz... O Aécio não tem condição, a gente sabe disso. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB... 
 JUCÁ - É, a gente viveu tudo.

 JUCÁ - [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem 'ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca'. Entendeu? Então... Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar. 
 MACHADO - Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais. Essa cagada desses procuradores de São Paulo ajudou muito. [referência possível ao pedido de prisão de Lula pelo Ministério Público de SP e à condução coercitiva ele para depor no caso da Lava jato] 
 JUCÁ - Os caras fizeram para poder inviabilizar ele de ir para um ministério. Agora vira obstrução da Justiça, não está deixando o cara, entendeu? Foi um ato violento... 
 MACHADO -...E burro [...] Tem que ter uma paz, um... 
 JUCÁ - Eu acho que tem que ter um pacto.

[...] 
 MACHADO - Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém. 
 JUCÁ - Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... Burocrata da... Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça]

domingo, 22 de maio de 2016

Caetano Veloso abraça o movimento anti-Temer | @Reinaldo_Cruz – Eu digo Sempre | Questão Brasil

Protesto Minc RJ: Caetano Veloso abraça o movimento anti-Temer | Cultura | EL PAÍS Brasil 
 Fonte: Caetano Veloso abraça o movimento anti-Temer | @Reinaldo_Cruz – Eu digo Sempre | Questão Brasil

Governo Temer passa a tesoura nos programas sociais e a desculpa é corrigir erros do PT |@Reinaldo_Cruz – Administrador de Sonhos

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Erros de avaliação cometidos pelo Governo interino podem pôr em xeque as mudanças prometidas para recuperar o Brasil, a recriação do Ministério da Cultura não foi apenas um recuo de Michel Temer, mas também uma estratégia de aproximar o meio artístico do seu governo e não pense que a manifestação em Cannes não teve nada haver com isso, porque ela foi crucial para que outros artistas de menor e maior expressão fossem à luta no Brasil e criassem um desconforto internacional para o recém empossado Presidente interino. 



O novo Governo já esta ficando marcado pelos recuos de seu Presidente, tivemos apenas 6 dias  da nova gestão e uma coleção de declarações sem sentido por parte dos Ministros, algumas beiram o absurdo, como a do Ministro da Educação que sugere cobrar mensalidades em Universidades publicas ou do Ministro da justiça que quer mudar a forma de escolha do PGR. 

 As decisões precisam ser tomadas, todos nós temos consciência disso, o que os novos gestores do país tem que ter em mente é que antes de verbalizar estas decisões eles precisam analisar se mexem com direitos adquiridos dos brasileiros. 

 E lá se foram as oportunidades do governo ganhar a população logo na largada, tomando as decisões de austeridade sem que isso prejudicasse os vários segmentos da sociedade. Para fazer o omelete é preciso quebrar alguns ovos, mas até para fazer os estragos com medidas impopulares é necessário cuidado, e a última coisa que os arrogantes do novo governo estão pensando é em ter cautela. 

 Menos mal até aqui que a falta de projeto para governar e as decisões equivocadas tomadas de rompante, são amenizadas exatamente pelos recuos de temer.

Manifestação de artistas em Cannes fez um estrago na imagem do Governo Temer pelo Mundo, encorajou outros artistas, de menor ou maior expressão, a ocupar espaços culturais e o Presidente interino se viu obrigado a recuar.

O elenco de Aquarius deu o recado, o barulho foi ensurdecedor lá fora e seus efeitos imediatos no Brasil.

O Ministério da Cultura será recriado por Michel Temer que promete ainda reforçar o orçamento da pasta e assim "contribuir" para que mais obras primas do quilate de Aquarius sejam produzidas em terras brasileiras.


 Fonte: Governo Temer passa a tesoura nos programas sociais

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Governo federal prevê rombo de R$ 170,5 bilhões no Orçamento em 2016 @Reinaldo_Cruz | Blog by Goiânia

O governo federal vai pedir ao Congresso autorização para fechar o ano com um deficit de R$ 170,5 bilhões, diferença entre receitas e despesas. 
 Fonte: Governo federal prevê rombo de R$ 170,5 bilhões no Orçamento em 2016 - 20/05/2016 - Mercado - Folha de S.Paulo

Racha à vista: Poder de Eduardo Cunha em governo Temer irrita Renan Calheiros | @Reinaldo_Cruz – Assuntos de Goiás – Questão Brasil

Para Renan Calheiros, deputado está "tutelando" o Palácio do Planalto. 

O antes Vice decorativo, Michel Temer, tenta não passar para história como um Presidente interino e igualmente decorativo, para tanto tenta ganhar a confiança do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), para facilitar uma coalização para aprovação de projetos emergenciais, mas o senador aponta para os mais próximos os erros do presidente interino logo na largada do novo governo. 

 Um dos pontos cruciais que pode trazer a desavença entre legislativo e executivo atende pelo nome de Eduardo Cunha que mesmo estando afastado da Presidência da Câmara e do mandato parlamentar pelo STF, continua dando as cartas e muita dor de cabeça para Temer. 

 E por falar no homem que incomoda, ninguém entende porque ele ainda não foi preso em flagrante delito em face de estar em consumação um crime permanente. Crimes permanentes, consoante a doutrina, são os que geram uma situação danosa ou perigosa, que se prolonga. 

 É crime permanente, por exemplo, a lavagem de dinheiro de origem ilícita, com ocultação no exterior. Como todos sabem, Cunha, embora negue, possui contas no exterior não declaradas à Receita Federal e com capital de origem suspeita. 

Ele até admitiu, em evidente tentativa de ocultação de origem patrimonial, a constituição de um truste (instituto de marca anglo-saxônica voltado à proteção patrimonial e não à ocultação de capitais de origem criminosa), sob sua administração. 

 Depois de comparecer ao Conselho de Ética da Câmara, onde prestou depoimento, prometeu em conversa com os jornalistas, que voltará a frequentar seu gabinete à partir da próxima segunda-feira. 

Diante do estranhamento dos jornalistas, ele deu de ombros.

“Eu estou afastado do exercício do mandato, não de frequentar meu gabinete, até porque continuam todos lá trabalhando". E ainda debochou "Só não volto hoje mesmo porque estou muito cansado” 

 A cara de pau de Cunha diante da inércia da Justiça brasileira, deixa no ar a sensação de impunidade, a concretização de que o crime no Brasil compensa e políticos com foro privilégiado não são ameaçados de prisão, mesmo tendo contra eles inúmeras provas. 

Renan Calheiros tem a preocupação com o poder exagerado de Cunha, não porque pensa no Brasil, na ética ou quer que o Governo Temer entre para história como aquele que extinguiu a corrupção, Renan teme que a influência da exposição de Cunha junto ao Presidente interino possa levar o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, a tomar atitudes mais enérgicas contra todos os suspeitos de corrupção, apenas para mostrar que as instituições funcionam plenamente e de forma imparcial. 

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