Questão Brasil edição nº. 87

Questão Brasil | Assuntos de Goiás TV

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Lula : " Onde está o Aécio Agora"?

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

domingo, 25 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

sábado, 24 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Michel Temer Leva Esporro de Ministra da Noruega por conta da CORRUPÇÃO no Brasil



Conhecimento, o único bem que nada nem ninguém tira de você, a decisão de dividir o conhecimento adquirido ou leva lo para o túmulo também é sua... 

Escolhi dividir o pouco que aprendi com o mundo, ou pelo menos criar mecanismos que possibilitem mais e mais pessoas terem acesso a educação e ao conhecimento. 
Não sou Professor, a mais nobre das profissões, mas tento ser um empreendedor da comunicação, que além de informação cotidiana, corriqueira e cada vez mais preocupantes, do tipo que você já esta acostumado a ver neste espaço, vou trabalhar a ideia que possibilite distribuir não só informações, mas que gere de forma consistente a riqueza do conhecimento... 
Exemplo: o cidadão brasileiro não precisa só ser informado sobre operações da Lava Jato, Reformas que podem retirar ou não direitos, ou quem vai ser preso ou não; é preciso levar até as pessoas, do mais simples ao mais burguês, o que diz a nossa Constituição, quais são seus direitos e deveres em relação a tudo que acontece a nossa volta... 
É nisso que estou gastando o meu tempo, que assim como o de qualquer pessoa é precioso e escasso. É nessa empreitada que estou concentrando minhas energias no momento, estou empenhado em tirar do papel o que na visão de alguns é apenas mais uma utopia nestes tempos bicudos, em um país onde nem todos valorizam a retidão, preferindo a esperteza do jeitinho. 
Temos que focar e fazer disto um ideal que pode ser um instrumento útil para todos.
Não adianta usar a Internet para criticar políticos sem compromisso, muitas vezes corruptos, mostrar as mazelas deste país sob o viés deste ou aquele partido para então pedir aos cidadãos para mudar, renovar, não reeleger, evitar políticos sem escrúpulos do tipo que só querem regalias, cuja a única preocupação é com seus privilégios. 
É preciso corrigir o curso desta nação, analisando se os eleitores tem ou não conhecimento necessário sobre a sua atuação no processo e quais são as atribuições que os escolhidos direta ou indiretamente para representa los tem nos poderes executivo, legislativo e judiciário. 


O tema é simples e ao mesmo tempo complexo, para tratar de determinados assuntos, necessito que todos participem, pois só através da educação e do conhecimento de todos poderemos de fato mudar nosso bairro, cidade, estado e o país. 

Vamos desenvolver a nossa comunidade colaborativa voltada para o empoderamento das pessoas enquanto cidadãos por meio do conhecimento!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=BUI1JU6dP3g]
Fonte: Assuntos de Goiás: Conhecimento o único bem que nada nem ninguém tira de você

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Procuradoria-Geral da República pede investigação sobre Marconi Perillo do PSDB – Eu Digo Sempre



O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Andrada, pediu, na última sexta-feira (9/6) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de inquérito para investigar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB-GO). 

A solicitação é embasada pelas delações dos executivos da Odebrecht Fernando Cunha Reis, Alexandre Barradas, João Pacífico e Ricardo Roth Ferraz. O STJ tem mantido sigilo sobre os pedidos de inquérito com base em delações da construtora. 


O tucano pediu, em almoço com executivos da Odebrecht, contribuição de R$ 50 milhões da empreiteira para a campanha de reeleição, em 2014, segundo delatores. Executivos da construtora relatam que, à mesa, Perillo teria ressaltado as obras da empresa no Estado que governa e afirmou que gostaria de uma contribuição “do tamanho da Odebrecht” na região, de R$ 50 milhões de reais.

A empreiteira acabou pagando caixa dois de R$ 8 milhões à campanha de Perillo, de acordo com os depoimentos. Em 2010, o tucano já havia recebido R$ 2 milhões de caixa dois à primeira campanha, ainda segundo os executivos. 

Depoimentos
O ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Reis relata ter sido apresentado, em 2010, a Perillo, durante um jantar na casa do então senador Demóstenes Torres (DEM/GO) – antes do encontro, afirmam os delatores da Odebrecht, Demóstenes já havia acertado o financiamento de R$ 6 milhões operacionalizados via caixa dois para a campanha ao Senado, onde ele ocupou cadeira entre 2003 e 2012, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar. 

Tanto Demóstenes quanto Perillo prometiam à empreiteira engajamento para projetos de privatização do saneamento do entorno goiano de Brasília. O executivo afirmou que, com a deflagração da Operação Monte Carlo – que investigava as relações de políticos com o contraventor Carlinhos Cachoeira e a Delta Engenharia -, os projetos prometidos à Odebrecht foram paralisados. 

Para a campanha de 2014, mais uma vez, executivos da Odebrecht dizem ter sido procurados pelo governador tucano. A secretária do chefe do Executivo goiano teria ligado para a secretária de Marcelo Odebrecht para marcar um almoço, que acabou sendo agendado para março daquele ano, no escritório da construtora. 

“A intenção do governador ao marcar o almoço foi justamente ressaltar a forte presença das empresas do Grupo no Estado de Goiás, reforçar seu apoio aos investimentos do Grupo e, consequentemente, requerer o que ele chamou de ‘uma contribuição de campanha equivalente a nossa presença’ e que no segundo mandato daria continuidade aos investimentos, gerando mais obras no setor de infraestrutura”, afirma Reis. 

Quando Marcelo Odebrecht se ausentou da mesa, após o almoço, o executivo relata ter acompanhado Perillo até o elevador. Nesse momento, afirma Reis, o governador teria pedido a “contribuição de R$ 50 milhões”. “Eu disse para ele que essa contribuição é absolutamente… não existe nesse sentido”

A empreiteira então teria se comprometido a doar R$ 8 milhões, via caixa dois, para a campanha do tucano à reeleição. O contato entre o governador e os empresários teria se dado entre Alexandre Barradas e João Pacífico, da Odebrecht, e o interlocutor do ex-governador Jayme Rincon. 

O departamento de propinas então operacionalizou os pagamentos para o governador, dessa vez sobre o codinome ‘Master’, afirmam os delatores.

Barradas, que manteve contato com Jayme Rincon, hoje presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (AGETOP), relata que o representante de Perillo “ainda reclamou que a empreiteira teria definido o repasse de R$ 8 milhões, e não o valor de R$ 50 milhões pedido pelo tucano”.

“Fui, sentei com o Jayme, comuniquei o valor. Ele respondeu: ‘poxa, eu pensava que era mais substancial…’. Respondi: ‘O que eu tenho de determinação e liberação é esse valor, que já é muito, cara'”

Os diretores responsáveis pela execução dos pagamentos a Marconi Perillo apresentaram valores divergentes dos que foram informados pelo presidente da Odebrecht Ambiental. Ricardo Roth Ferraz e João Pacífico alegam ter encontrado, no sistema do departamento de propinas da Odebrecht, repasses de R$ 500 mil reais, em 2010, e de R$ 2,75 milhões em 2014. 

Defesa
Em nota, o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o governador, afirmou:

“A abertura de um inquérito baseado tão somente nas palavras de um delator nos causa perplexidade.
A palavra do delator, como bem disse o Supremo Tribunal Federal (STF), não faz prova alguma. Pelo menos antes da abertura do inquérito, o que já é um gravame para qualquer homem público ou cidadão, seria necessário ouvir a pessoa indicada e abrir uma sindicância anterior.

O governador Marconi Perillo não tem nenhuma preocupação com o que foi dito pelos delatores e espera o conhecimento pleno do que consta na delação poder se manifestar. Conforme já demonstrado pela defesa e pela imprensa, há uma série de incongruências e incoerências nos depoimentos dos ex-executivos da Odebrecht.

A defesa aguarda que o mais breve possível seja dado o acesso à plenitude dessas delações para se pronunciar.

terça-feira, 13 de junho de 2017

JBS pode ter acordo de leniência revisto no Brasil e ser expulsa dos Estados Unidos

Em carta endereçada ao presidente Donald Trump, o maior sindicato de carne bovina dos Estados Unidos pediu que o departamento de justiça americano rejeite qualquer tipo de acordo de leniência proposto pela JBS, controlada pela J&F, e expulse a empresa do país.
 

Em 11 páginas, o R-CALF United Stockgrowers of America descreve as ações ilícitas envolvendo a empresa dos irmãos Batista e ainda pede que o governo investigue profundamente as atividades da JBS nos Estados Unidos.

Acusando a companhia de ter construído um monopólio e império da carne através de meios ilegais, a carta também pede que todo bem da companhia baseado nos EUA seja "imediatamente alienado". 

O documento, assinado pelo presidente do sindicato, Bill Bullard, sugere que a apuração cheque as relações da empresa com membros do congresso, funcionários e oficiais do departamento de justiça, do departamento de agricultura, do CFTC (Commodity Futures Trading Comission) e de outras agências federais.

O documento foi disparado em meio a notícias de que a companhia também se prepara para responder a eventuais crimes nos Estados Unidos, após ter fechado acordo com o Ministério Público Federal.

Em maio, a J&F grupo no país norte-americano. 

O Baker é o maior escritório de advocacia dos EUA, onde a companhia é dona de 91 unidades em operação. Cerca de 47% de seu faturamento é gerado lá. 

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