E os R$10? Um domingo de trapalhada dos dirigentes. Sorte da torcida que, em campo, o Flamengo venceu

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O Flamengo se vangloriou de algumas vitórias esporádicas em batalhas fugazes promovidas contra a Globo. Sem preparo para lidar na seara da comunicação, Rodolfo Landim conseguiu o feito de se indispôr com a própria torcida, pagou o maior 'mico' para ganhar uma mixaria com transmissão paga pelo dinheiro do torcedor, transmissão essa que não tinha desde antes nenhuma garantia de qualidade.
Como diria o lendário radialista dos números, Roberto Sampaio, o futebol é dinâmico e as coisas podem mudar num piscar de olhos, mas a precipitação dos dirigentes do Flamengo só deixou claro o amadorismo de quem cuida das marcas dos clubes brasileiros. A bola fora deixou em evidência a força que a Rede Globo tem quando o assunto é comunicação, de afogadilho ou com uma canetada do Presidente da República o Flamengo não vai adquirir o domínio da tecnologia. "Destruir" a emissora dos Marinho pode ser uma afirmação forte, mas Jair Bolsonaro, o Flamengo ou quem quer que seja não vão absorver a qualidade do padrão global da noite para dia.
Enquanto isso não acontece assistiremos o verdadeiro show de trapalhadas e horrores, como bem relatou boa parte dos cronistas esportivos Brasil à fora.

Veja o comentário de Mauro Cezar Pereira:



"Jogo contra o Volta Redonda foi anunciado em plataforma de streaming, mas sistema de cobrança não suportou a óbvia grande demanda, torcedores se irritaram e no final a partida passou na Fla TV. Um show de horrores fora das quatro linhas, no mundo virtual"

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