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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Prisão de Delcídio abre precedente que pode se repetir logo com Eduardo Cunha, dizem analistas

Eduardo Cunha foi abordado duas vezes pela reportagem, disse que só daria entrevistas "mais tarde". "(O dia é) atípico, mas ainda não tenho conhecimento de detalhes para poder falar", disse Cunha antes de entrar em seu gabinete.

Delcídio é o primeiro senador a ser preso no exercício do mandato na história do Brasil.

Até às 10h38, a agenda do presidente da Câmara ainda não havia sido divulgada. Cunha também é alvo da Operação Lava Jato e defendia a tese de que havia investigação seletiva, pois ele seria o alvo prioritário por rivalizar com o governo, enquanto petistas estavam sendo poupados.

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Polícia Federal a deflagrar uma operação nesta quarta-feira que levou à prisão de Delcídio, líder do governo no Senado, investigado pela Lava Jato.

 Também foram presos o banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual, e Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador petista, e o advogado Edson Siqueira Ribeiro Filho, que defende o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

Dilma

Após a prisão do líder do governo no Senado, a presidente Dilma Rousseff deve cumprir normalmente a agenda programada para esta manhã. 

A presidente deixou a residência oficial e, às 11h30, recebe a seleção feminina de handebol no Palácio do Planalto. O encontro vai ser fechado à imprensa.




Prisão de Delcídio abre precedente que pode se repetir com Cunha, dizem analistas - BBC Brasil






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