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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Dólar nas alturas, operando acima de R$ 4 e os políticos do quanto pior melhor de fárias

Nossa instabilidade política sugere dificuldades na economia, mas os fatores externos tendem a sacudir ainda mais a já turbulenta crise brasileira. O fato do Legislativo brasileiro estar de recesso talvez seja um atenuante para os efeitos assustadores produzidos pelos mercados asiáticos.

Isso porque tem sido moda entre os políticos tupiniquins fazer um cavalo de batalhas sobre as notícias pessimistas que surgem dentro e fora do Brasil, e não importa se são da oposição ou situação, todos querem tirar proveito dos assuntos... Êita Brasil que não toma rumo deste jeito. 

O mercado se acalmou após medidas emergenciais adotadas pelo governo chinês. O Banco Popular da China, por exemplo, injetou quase US$ 20 bilhões nos mercados, a maior atuação desde setembro de 2015.
"A gente tem fluxo de muito exportador que aproveita essa taxa para vender", disse à Reuters o operador de câmbio da Correparti Corretora Jefferson Luiz Rugik. No entanto, apesar do recuo, a cautela ainda permanecia no mercado em meio aos temores sobre a economia chinesa.

"As atuações trouxeram algum alívio, mas não totalmente. O mercado ainda vai aguardar com cautela a divulgação esta noite do PMI de serviços da China", disse Rugik, referindo-se ao Índice de Gerentes de Compras, que tem divulgação marcada para as 23h45 (horário de Brasília) desta terça-feira.

O dólar abriu os negócios em alta nesta terça-feira (5), mas passou a recuar, oscilando ao redor de R$ 4 e chegando a cair para R$ 3,99 por volta de 11h, em meio a um movimento de ajuste, após o mercado ter buscado ativos considerados mais seguros como a moeda norte-americana na segunda-feira por preocupações em relação à economia da China e as consequências para a atividade global. Devido às tensões econômicas e políticas, no Brasil, a variação do dólar é mais acentuada.


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