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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A legenda tremeu, envergou, mas... 2015, um ano difícil para o PT

Agravado pelo acolhimento de um pedido de impeachment contra Dilma no Congresso, no início deste mês, o atual cenário político anuncia um 2016 pouco previsível, mas com prognósticos eleitorais pessimistas. Para cientistas políticos ouvidos pelo UOL, este ano pode ter marcado o fim de um ciclo para o Partido dos Trabalhadores.

"O PT já é considerado um capítulo da história política recente do Brasil, mas não acredito que ele ainda possa ser um fator de inovação", opina Michel Zaidan, professor e da coordenador do Núcleo de Estudos Eleitorais, Partidários e da Democracia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). "Ele já deu a sua contribuição, como o PSDB e o PMDB também já deram", completa.

Para Zaidan, o partido está no seu anticlímax, "recolhendo não os louros" das realizações de 13 anos no poder, "mas os espinhos". "Acredito que o PT não sairá incólume do fim desse processo. Mas o mais grave é sair com um arranhão grande na sua biografia política", conclui.
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