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sábado, 7 de novembro de 2015

Pacote de maldades de Dilma e Levy deixam Aécio e a oposição perdidos nos discursos

Maldades anunciadas pela equipe econômica serviu para deixar Aécio Neves perdido no contexto de fazer oposição, as medidas de ajustes de Joaquim Levy não são diferentes do que faria o Tucano, caso tivesse conquistado a vitória. O senador mineiro pretende se manter em evidência até as próximas eleições, mas sem ter o que criticar, a missão dele vai se tornando impossível.

A voz estridente de Aécio quando tece críticas à postura de Dilma Rousseff em seu segundo mandato destoá do pensamento de muitos oposicionistas, mas o que o Tucano e a oposição tem em comum são as ideias fixas de instalação de novas CPI's para tirar a paz dos governistas.

As decisões tomadas por Levy e Dilma na economia não mereceram ainda contestações ou reparos por parte de Aécio, apenas o fato de Dilma ter concordado colocar em ação um projeto que na teoria era do PSDB, caso vencesse a eleição.

Aécio, ao contrário de seus pares, acaba sendo pressionado pelas atitudes de Dilma, afinal de contas se a Presidente esta fazendo justamente o que ele faria, como ele poderá critica-la, como ele com seus discursos inflamados vai segurar a atenção do eleitor, mantendo-se em evidência até 2018? A resposta de Dilma aos questionamentos da oposição se deu em menos de 20 dias do seu novo mandato, o que desmonta a estratégia de Aécio, que passa a ser visto apenas como aquele cri-cri que perdeu uma eleição e não se conforma com isso.

Para instalar uma CPI são necessárias as assinaturas de metade dos parlamentares: 257 na Câmara e 41 senadores. A oposição que saiu das urnas em 2014 conta com ao menos 23 dos 81 senadores e 160 dos 513 deputados, mas estes números podem ser ampliados com a adesão dos insatisfeitos da base governista.

A oposição no Congresso Nacional já começou a articular a criação de um "mutirão" de CPIs contra o governo da presidente Dilma Rousseff. A ideia é, além de uma nova comissão para investigar irregularidades na Petrobras, tentar abrir outras para apurar operações do BNDES e a situação do setor elétrico

O PSDB encomendou ao seu corpo técnico a elaboração dos requerimentos de criação das comissões, que devem começar a circular nos corredores do Legislativo na primeira semana de fevereiro. A ideia conta com simpatia de outras legendas oposicionistas, como o DEM e o PPS.

Os parlamentares de oposição argumentam que, no caso do BNDES, é preciso conhecer os contratos em que há indícios de privilégios às organizações simpáticas ao PT e que tenham financiado campanhas do partido

Eles querem saber quais foram os critérios de seleção dos financiamentos do banco nos últimos anos.
Oposição tenta novas CPIs contra o governo

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