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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Para ministro do STJ caso Petrobras gera mais 'indignação' que mensalão

O ministro Newton Trisotto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido de liberdade do diretor de negócios da Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, e comparou o esquema de corrupção na Petrobras, investigado na Operação Lava Jato, ao mensalão do PT. A decisão de rejeitar o pedido de habeas corpus foi tomada em 5 de fevereiro e publicada nesta quinta (19) no “Diário da Justiça Eletrônico”.

O ministro afirmou que a prisão era necessária para “manter a ordem pública” e disse que o escândalo de propina na Petrobras causa mais “indignação” que o “famigerado mensalão”, esquema de pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Nos últimos 20 anos, nenhum fato relacionado a corrupção e a improbidade administrativa, nem mesmo o famigerado 'mensalão', causou tanta indignação, tanta repercussão danosa e prejudicial ao meio social quanto esses sob investigação na operação Lava Jato, que a cada dia revela novos escândalos", afirmou.
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