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sábado, 3 de agosto de 2013

“Fábricas” de likes fragilizam marcas e criam falsa notoriedade nas redes sociais via @Reinaldo_Cruz #QuestãoBrasil

O clique que os internautas das redes sociais fazem na opção “Gosto”, ou “Like”, no Facebook, e a opção por seguir alguém, ou alguma entidade, no Twitter, sempre foi uma exploração nas paginas de relacionamento para quem busca ser popular a qualquer custo.
Para uma empresa que quer expandir um negócio ou consolidar uma marca, é algo enganoso que pode criar uma falsa notoriedade online, que para os fins comerciais pode não ter o resultado esperado. Acaba sendo apenas uma forma de exploração que pode não ter resultados práticos para quem quer consolidar uma marca.

Uma reportagem divulgada na segunda-feira pela televisão britânica Channel 4 mostra que “fábricas de cliques” estão a ludibriando pessoas e empresas com resultados registados por ferramentas que segundo os enganadores podem medir a aceitação de determinado produto ou medir a popularidade de uma pessoa online.

A entrada dos espertinhos no mercado virtual pode ser prejudicial não só ao internauta, mas pode minar a confiança dos consumidores e os esforços das empresas proprietárias das redes sociais para explorarem o seu potencial publicitário.

A reportagem, abordou no programa o Dispatches, que revela, segundo o jornal Guardian, o caso da existência, em Daca, no Bangladesh, de uma “fábrica” que cobra dos clientes 15 dólares por cada mil “likes” (cerca de R$ 34,50, ao câmbio atual). A equipe do Channel 4 encontrou o “gerente” da empresa, identificado como “Russell”, que já se gabou por ser o “rei do Facebook”.

O Próprio Facebook esta tentando vender popularidade em sua interface, mas as empresas já perceberam que comprar likes não ajuda nas vendas e não asseguram a preferência no mundo real, quando se trata de consumidores reais.

Leia mais: “Fábricas” de cliques criam falsa notoriedade nas redes sociais - PÚBLICO

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